Citogenética

O que é Citogenética?

A citogenética é a ciência que estuda a constituição genética da célula através dos cromossomos.

Cromossomos são as estruturas compostas de DNA, RNA e proteínas, formadas durante a divisão celular que levam a informação genética de um indivíduo. Todas as células, exceto óvulos e espermatozoides, possuem exatamente 46 cromossomos.

Um erro de divisão celular pode produzir células com número alterado de cromossomos ou cromossomos estruturalmente anormais. A organização dos cromossomos aos pares através da identificação individualizada constitui o cariótipo.

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Metáfase de uma célula masculina

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Cariótipo masculino normal: 46,XY

Citogenética Pré-natal

A citogenética pré-natal é uma ferramenta de diagnóstico clínico pré-natal de doenças que podem ser detectadas nas primeiras semanas de gestação, através de material obtido por procedimentos como amniocentese, biópsia de vilosidades coriônicas ou cordocentese.

As principais indicações de um diagnóstico pré-natal são:

  • Ansiedade materna
  • Idade materna avançada
  • Translucência nucal aumentada
  • Avaliação bioquímica do risco fetal alterada
  • Presença de malformações no exame ultrassonográfico (Onfalocele, defeitos cardíacos, malformações esqueléticas, holoprosencefalia, higroma cístico, lábio leporino e entre outros.)
  • Casais portadores de translocação cromossômica balanceada

Confira as principais doenças que podem ser identificadas no diagnóstico citogenético Pré-Natal

Citogenética Pós-natal

A citogenética pós-natal pesquisa as alterações numéricas e estruturais dos cromossomos no sangue periférico de indivíduos com atraso de desenvolvimento, anormalidades congênitas, incapacidade intelectual, problemas reprodutivos, histórico familial de cromossomopatias, dentre outros.

Síndromes com Estigmas Genéticos

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Síndrome de Down

A Síndrome de Down ou trissomia do cromossoma 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra. Descrita pela primeira vez por John Langdon Down, médico britânico em 1862. Contudo, foi o professor Jérôme Lejeune em 1958 quem descobriu que havia um cromossomo 21 extra nos portadores deste distúrbio genético, descobrindo assim a primeira doença genética. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 nascimentos.

As principais características da Síndrome de Down são:
  • Hipotonia (flacidez muscular, o bebê é mais “molinho”);
  • Comprometimento intelectual (a pessoa aprende mais devagar);
  • Olhos amendoados;
  • Prega palmar transversal única;
  • Dedos curtos;
  • Fissuras palpebrais oblíquas;
  • Ponte nasal achatada;
  • Língua protusa;
  • Pescoço curto;
  • Pontos brancos nas íris, conhecidos como manchas de Brushfield;
  • Flexibilidade excessiva nas articulações;
  • Defeitos cardíacos congênitos;
  • Espaço excessivo entre o hálux e o segundo dedo do pé;
  • Deficiência mental.

A idade da mãe aumenta proporcionalmente o risco de concepção de bebê com esta síndrome, conforme a tabela abaixo.

Idade Materna
Incidência da Síndrome de Down
20 anos
1/1925 nascimentos
25 anos
1/1205 nascimentos
30 anos
1/885 nascimentos
35 anos
1/365 nascimentos
40 anos
1/110 nascimentos
45 anos
1/32 nascimentos
49 anos
1/11 nascimentos
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Cariótipo de uma paciente portadora da Síndrome de Down: 47,XY,+21

Síndrome de Patau

A Síndrome de Patau é causada pela trissomia do cromossomo 13 e foi descoberta em 1960 por Klaus Patau observando um caso de malformações múltiplas em um neonato. A incidência da Síndrome de Patau é de 1 em 6000 nascimentos. A expectativa de vida é muito curta, porém existem casos na literatura médica de sobrevida de até dez anos.

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Cariótipo de um paciente portador da Síndrome de Patau: 47,XX,+13

As principais características da Síndrome de Patau são:
  • Malformações graves do sistema nervoso central, como a arrinencefalia;
  • Deficiência mental;
  • Defeitos cardíacos congênitos;
  • Defeitos urogenitais incluindo criptorquidia nos meninos, útero bicornado e ovários hipoplásticos nas meninas gerando inviabilidade, e rins policísticos;
  • Fenda labial e palato fendido;
  • Punhos cerrados e as plantas arqueadas;
  • Fronte oblíqua;
  • Hipertelorismo ocular e microftalmia bilateral, podendo chegar a anoftalmia, coloboma da íris, olhos são pequenos extremamente afastados ou ausentes;
  • Orelhas malformadas e baixamente implantadas;
  • Mãos e pés podem mostrar sexto dedo (polidactilia) e/ou 2º e 5º dedos sobrepostos, respectivamente, aos 3º e 4º dedos.

Síndrome de Klinefelter

A Síndrome de Klinefelter foi descrita pela primeira vez por Harry Klinefelter, e é a causa mais frequente de hipogonadismo e infertilidade em indivíduos do sexo masculino.

As pessoas com Síndrome de Klinefelter, tem um cromossomo X adicional (47,XXY), estatura elevada, algum desenvolvimento do tecido mamário e testículos pequenos. Também é possível encontrar pessoas com outros cariótipos, como: 48,XXXY, 48,XXYY ou 49,XXXXY.

Entre os indivíduos com a Síndrome de Klinefelter é maior a chance de ocorrer acidentes vasculares cerebrais (6 vezes superior à população geral), assim como é maior a incidência do câncer (1,6%). O atraso da linguagem, o atraso motor e problemas escolares complicam o desenvolvimento destas crianças. Outra complicação é o déficit auditivo.

Esta síndrome raramente é diagnosticada no recém-nascido face à ausência de sinais específicos. Muitas vezes detecta-se a anomalia apenas quando problemas comportamentais, desenvolvimento pubertal anômalo ou infertilidade aparecem.

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Cariótipo de um paciente portador da Síndrome de Klinefelter: 47,XXY

Síndrome de Turner

A constituição mais frequente na Síndrome de Turner é 45,X e geralmente resulta de uma não disjunção durante a formação de um dos gametas. Sua ocorrência está em torno de 1 em 5000 meninas. A portadora apresenta baixa estatura, órgãos sexuais e caracteres sexuais secundários poucos desenvolvidos, tórax largo em barril, pescoço alado, malformação das orelhas, maior frequência de problemas renais e cardiovasculares, e é quase sempre estéril.

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Cariótipo variante de uma paciente portadora de Síndrome de Turner: 46,X,i(X)(q10)

O diagnóstico pode ser feito em qualquer idade, cerca de 30% das crianças são diagnosticadas ao nascimento e outras 25,5% durante a período médio da infância. Para muitas meninas portadoras de Síndrome de Turner, entretanto, o diagnóstico é feito somente na adolescência. O médico pode indicar tratamento hormonal a partir da puberdade.

As meninas com Turner são geralmente encaminhadas a um pediatra ou endocrinologista com experiência no tratamento da Síndrome de Turner.

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Cariótipo de uma paciente portadora de Síndrome de Turner: 45,X

Síndrome de Edwards

A Síndrome de Edwards, é uma síndrome genética resultante de trissomia do cromossomo 18 e foi descrita inicialmente pelo geneticista britânico John H. Edwards em 1960. A Síndrome de Edwards tem uma incidência de 1 em 8000 recém-nascidos, a maioria dos casos do sexo feminino, mas calcula-se que 95% dos casos de trissomia 18 resultem em abortos espontâneos durante a gravidez.

A expectativa de vida para as crianças com Síndrome de Edwards é baixa, mas já foram registrados casos de adolescentes com 18 anos portadores desta síndrome. A maioria dos pacientes com a Síndrome de Edwards apresenta trissomia simples sem mosaicismo, isto é, cariótipo 47,XX,+18 ou 47,XY,+18.

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Cariótipo de um paciente portador da Síndrome de Edwards: 47,XY,+18

As principais características da Síndrome de Edwards são:
  • Hipertonia (característica típica);
  • Estatura baixa;
  • Cabeça pequena, alongada e estreita;
  • Zona occipital muito saliente;
  • Pescoço curto;
  • Orelhas baixas e mal formadas;
  • Defeitos oculares;
  • Palato alto e estreito, por vezes fendido;
  • Lábio leporino;
  • Maxilares recuados;
  • Esterno curto;
  • Mão cerrada seguindo uma forma característica (2º e 5º dedos sobrepostos, respectivamente, aos 3º e 4º dedos);
  • Pés virados para fora e com calcanhar saliente;
  • Rugas presentes na palma da mão e do pé, ficando arqueadas nos dedos;
  • Unhas geralmente plásticas;
  • Acentuada malformação cardíaca;
  • Anomalias renais (rim em ferradura);
  • Anomalias do aparelho reprodutor;
  • Hirsutismo.

Síndrome de Cri du Chat

A Síndrome de Cri du Chat ou Síndrome do Miado de Gato é uma condição genética relativamente rara com uma incidência calculada de 1 em 50000 nascimentos e é o resultado da ausência de uma porção do material genético do braço curto de um dos pares do cromossomo 5. O nome da síndrome é referente ao característico choro dos recém-nascidos, que muito faz lembrar um miado de um gato. Foi descoberta por Jérôme Lejeune, um geneticista francês, em 1963.

As Principais Características da Síndrome de Cri du Chat dos Recém Nascidos São:
  • Choro de gato;
  • Baixo peso ao nascer;
  • Cabeça pequena (microcefalia);
  • Rosto redondo (rosto de lua);
  • Olhos amplamente espaçados;
  • Baixa ponte nasal;
  • Desenvolvimento atrasado.
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Cariótipo de uma paciente portadora da Síndrome de Cri du Chat: 46,XX,del(5)(p14)

Características da Síndrome de Cri du Chat em Crianças e Adultos:
  • Baixa estatura;
  • Hipotonia (tônus muscular deficiente);
  • Queixo pequeno;
  • Mandíbula pequena (micrognatia);
  • Deficiência mental;
  • Uma única linha na palma da mão (prega de símio);
  • Sindactilia nas mãos e pés;
  • Pregas magras logo à frente das orelhas;
  • Orelhas inseridas abaixo da linha do nariz (pode ser malformação);
  • Hipertelorismo;
  • Dobras de pele em cima da pálpebra superior (epicanto);
  • Dificuldade com chupar, sugar e apresentam refluxo gástrico;
  • Dentes projetados para frente, porém de tamanho normal;
  • Dedos longos.
Síndrome de Down

Síndrome de Down

A Síndrome de Down ou trissomia do cromossoma 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra. Descrita pela primeira vez por John Langdon Down, médico britânico em 1862. Contudo, foi o professor Jérôme Lejeune em 1958 quem descobriu que havia um cromossomo 21 extra nos portadores deste distúrbio genético, descobrindo assim a primeira doença genética. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 nascimentos.

As principais características da Síndrome de Down são:
  • Hipotonia (flacidez muscular, o bebê é mais “molinho”);
  • Comprometimento intelectual (a pessoa aprende mais devagar);
  • Olhos amendoados;
  • Prega palmar transversal única;
  • Dedos curtos;
  • Fissuras palpebrais oblíquas;
  • Ponte nasal achatada;
  • Língua protusa;
  • Pescoço curto;
  • Pontos brancos nas íris, conhecidos como manchas de Brushfield;
  • Flexibilidade excessiva nas articulações;
  • Defeitos cardíacos congênitos;
  • Espaço excessivo entre o hálux e o segundo dedo do pé;
  • Deficiência mental.

A idade da mãe aumenta proporcionalmente o risco de concepção de bebê com esta síndrome, conforme a tabela abaixo.

Idade Materna
Incidência da Síndrome de Down
20 anos
1/1925 nascimentos
25 anos
1/1205 nascimentos
30 anos
1/885 nascimentos
35 anos
1/365 nascimentos
40 anos
1/110 nascimentos
45 anos
1/32 nascimentos
49 anos
1/11 nascimentos
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Cariótipo de uma paciente portadora da Síndrome de Down: 47,XY,+21

Síndrome de Patau

Síndrome de Patau

A Síndrome de Patau é causada pela trissomia do cromossomo 13 e foi descoberta em 1960 por Klaus Patau observando um caso de malformações múltiplas em um neonato. A incidência da Síndrome de Patau é de 1 em 6000 nascimentos. A expectativa de vida é muito curta, porém existem casos na literatura médica de sobrevida de até dez anos.

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Cariótipo de um paciente portador da Síndrome de Patau: 47,XX,+13

As principais características da Síndrome de Patau são:
  • Malformações graves do sistema nervoso central, como a arrinencefalia;
  • Deficiência mental;
  • Defeitos cardíacos congênitos;
  • Defeitos urogenitais incluindo criptorquidia nos meninos, útero bicornado e ovários hipoplásticos nas meninas gerando inviabilidade, e rins policísticos;
  • Fenda labial e palato fendido;
  • Punhos cerrados e as plantas arqueadas;
  • Fronte oblíqua;
  • Hipertelorismo ocular e microftalmia bilateral, podendo chegar a anoftalmia, coloboma da íris, olhos são pequenos extremamente afastados ou ausentes;
  • Orelhas malformadas e baixamente implantadas;
  • Mãos e pés podem mostrar sexto dedo (polidactilia) e/ou 2º e 5º dedos sobrepostos, respectivamente, aos 3º e 4º dedos.
Síndrome de Klinefelter

Síndrome de Klinefelter

A Síndrome de Klinefelter foi descrita pela primeira vez por Harry Klinefelter, e é a causa mais frequente de hipogonadismo e infertilidade em indivíduos do sexo masculino.

As pessoas com Síndrome de Klinefelter, tem um cromossomo X adicional (47,XXY), estatura elevada, algum desenvolvimento do tecido mamário e testículos pequenos. Também é possível encontrar pessoas com outros cariótipos, como: 48,XXXY, 48,XXYY ou 49,XXXXY.

Entre os indivíduos com a Síndrome de Klinefelter é maior a chance de ocorrer acidentes vasculares cerebrais (6 vezes superior à população geral), assim como é maior a incidência do câncer (1,6%). O atraso da linguagem, o atraso motor e problemas escolares complicam o desenvolvimento destas crianças. Outra complicação é o déficit auditivo.

Esta síndrome raramente é diagnosticada no recém-nascido face à ausência de sinais específicos. Muitas vezes detecta-se a anomalia apenas quando problemas comportamentais, desenvolvimento pubertal anômalo ou infertilidade aparecem.

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Cariótipo de um paciente portador da Síndrome de Klinefelter: 47,XXY

Síndrome de Turner

Síndrome de Turner

A constituição mais frequente na Síndrome de Turner é 45,X e geralmente resulta de uma não disjunção durante a formação de um dos gametas. Sua ocorrência está em torno de 1 em 5000 meninas. A portadora apresenta baixa estatura, órgãos sexuais e caracteres sexuais secundários poucos desenvolvidos, tórax largo em barril, pescoço alado, malformação das orelhas, maior frequência de problemas renais e cardiovasculares, e é quase sempre estéril.

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Cariótipo variante de uma paciente portadora de Síndrome de Turner: 46,X,i(X)(q10)

O diagnóstico pode ser feito em qualquer idade, cerca de 30% das crianças são diagnosticadas ao nascimento e outras 25,5% durante a período médio da infância. Para muitas meninas portadoras de Síndrome de Turner, entretanto, o diagnóstico é feito somente na adolescência. O médico pode indicar tratamento hormonal a partir da puberdade.

As meninas com Turner são geralmente encaminhadas a um pediatra ou endocrinologista com experiência no tratamento da Síndrome de Turner.

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Cariótipo de uma paciente portadora de Síndrome de Turner: 45,X

Síndrome de Edwards

Síndrome de Edwards

A Síndrome de Edwards, é uma síndrome genética resultante de trissomia do cromossomo 18 e foi descrita inicialmente pelo geneticista britânico John H. Edwards em 1960. A Síndrome de Edwards tem uma incidência de 1 em 8000 recém-nascidos, a maioria dos casos do sexo feminino, mas calcula-se que 95% dos casos de trissomia 18 resultem em abortos espontâneos durante a gravidez.

A expectativa de vida para as crianças com Síndrome de Edwards é baixa, mas já foram registrados casos de adolescentes com 18 anos portadores desta síndrome. A maioria dos pacientes com a Síndrome de Edwards apresenta trissomia simples sem mosaicismo, isto é, cariótipo 47,XX,+18 ou 47,XY,+18.

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Cariótipo de um paciente portador da Síndrome de Edwards: 47,XY,+18

As principais características da Síndrome de Edwards são:
  • Hipertonia (característica típica);
  • Estatura baixa;
  • Cabeça pequena, alongada e estreita;
  • Zona occipital muito saliente;
  • Pescoço curto;
  • Orelhas baixas e mal formadas;
  • Defeitos oculares;
  • Palato alto e estreito, por vezes fendido;
  • Lábio leporino;
  • Maxilares recuados;
  • Esterno curto;
  • Mão cerrada seguindo uma forma característica (2º e 5º dedos sobrepostos, respectivamente, aos 3º e 4º dedos);
  • Pés virados para fora e com calcanhar saliente;
  • Rugas presentes na palma da mão e do pé, ficando arqueadas nos dedos;
  • Unhas geralmente plásticas;
  • Acentuada malformação cardíaca;
  • Anomalias renais (rim em ferradura);
  • Anomalias do aparelho reprodutor;
  • Hirsutismo.
Síndrome de Cri du Chat

Síndrome de Cri du Chat

A Síndrome de Cri du Chat ou Síndrome do Miado de Gato é uma condição genética relativamente rara com uma incidência calculada de 1 em 50000 nascimentos e é o resultado da ausência de uma porção do material genético do braço curto de um dos pares do cromossomo 5. O nome da síndrome é referente ao característico choro dos recém-nascidos, que muito faz lembrar um miado de um gato. Foi descoberta por Jérôme Lejeune, um geneticista francês, em 1963.

As Principais Características da Síndrome de Cri du Chat dos Recém Nascidos São:
  • Choro de gato;
  • Baixo peso ao nascer;
  • Cabeça pequena (microcefalia);
  • Rosto redondo (rosto de lua);
  • Olhos amplamente espaçados;
  • Baixa ponte nasal;
  • Desenvolvimento atrasado.
null

Cariótipo de uma paciente portadora da Síndrome de Cri du Chat: 46,XX,del(5)(p14)

Características da Síndrome de Cri du Chat em Crianças e Adultos:
  • Baixa estatura;
  • Hipotonia (tônus muscular deficiente);
  • Queixo pequeno;
  • Mandíbula pequena (micrognatia);
  • Deficiência mental;
  • Uma única linha na palma da mão (prega de símio);
  • Sindactilia nas mãos e pés;
  • Pregas magras logo à frente das orelhas;
  • Orelhas inseridas abaixo da linha do nariz (pode ser malformação);
  • Hipertelorismo;
  • Dobras de pele em cima da pálpebra superior (epicanto);
  • Dificuldade com chupar, sugar e apresentam refluxo gástrico;
  • Dentes projetados para frente, porém de tamanho normal;
  • Dedos longos.

Diagnóstico Clínico

  • Baixa estatura
  • Retardo mental
  • Genitália ambígua
  • Malformações congênitas
  • Atraso no desenvolvimento neuropsicomotor
  • Casais com história familial de cromossomopatias

Problemas Reprodutivos

  • Infertilidade
  • Abortamento de repetição
  • Casais candidatos a reprodução assistida

Citogenética de Câncer

A citogenética de câncer estuda as aberrações cromossômicas adquiridas durante um processo tumoral. Essas aberrações são restritas ao tecido tumoral e não estão presentes em outras células do corpo.

Esse estudo é realizado principalmente em doenças hematológicas malignas, tais como:

  • Linfomas
  • Síndromes Mielodisplásicas
  • Leucemias Mielóides Agudas
  • Leucemias Linfoblásticas Agudas
  • Desordens Linfoproliferativas Crônicas
  • Desordens Mieloproliferativas Crônicas
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Cariótipo de uma paciente com Leucemia Mielóide Crônica, cromossomo Philadelphia positivo: 46,XX,t(9;22)(q34;q11.2)

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